Nossas Raízes e as Novas Gerações

Domingo, 11 de outubro, a partir das 10h, na Chácara da Creuza, em Taquarana. Faltam 8 dias.

A porteira aberta da chácara, com a placa Nossas Raízes e as Novas Gerações. Ao lado, uma lousa de giz com a contagem dos dias e um poste com setas: 11 de outubro, a partir das 10h, Chácara da Creuza. Lá dentro, a mangueira, a mesa posta e o varal de fotos.

Da mesma raiz, novos caminhos.

  • A partir das 10h
  • Chácara da Creuza · Taquarana

pra porteira abrir

A nossa árvore

Cada lembrança vira
uma folha.

A árvore começou sem nenhuma folha. Cada foto que chega faz nascer uma: as antigas ficam douradas, as de hoje ficam verdes.

Ainda não tem nenhuma. A primeira pode ser sua.

prévia

A lata de biscoito

Toda família tem
uma lata dessas.

Fica na casa da mãe, da avó, da tia, cheia de casamento, batizado e domingo no quintal. Muita foto só existe ali, no papel. Antes da festa, a gente salva todas.

Netos, vocês fotografam. Avós, vocês contam quem é quem.

  • 1Perto da janela, com luz do dia. Sem flash!
  • 2Celular bem de frente, com a foto inteira no quadro.
  • 3Escreva quem aparece e o ano. Não sabe? A gente descobre junto na festa.
Mandar fotos antigas
AO VIVOprévia · fotos de exemplo

No domingo

A TV vai ficar ligada
o dia inteiro.

  1. 1Aponte a câmera pra um dos códigos espalhados pela chácara.
  2. 2Tire a foto ou grave um vídeo. Sem aplicativo, sem cadastro.
  3. 3Olhe pra TV: em segundos, ela aparece lá.

12h30, a foto de todos. De novo, e agora com quem chegou depois. Fique por perto.

A família toda reunida numa foto de grupo, em 2026.
a família toda, em 2026no domingo, tiramos outra

Por que estamos voltando

Gente,

Lembra do cheiro de café passado bem cedinho? Da cadeira na calçada no fim da tarde, do rádio ligado, de alguém gritando da janela pra vir comer?

A gente cresceu assim: debaixo do mesmo teto, da mesma sombra, das mesmas histórias. Depois a vida fez o que a vida faz e espalhou a gente por aí. O almoço de domingo virou mensagem no grupo, e a visita virou “qualquer dia desses”.

Pois o dia chegou.

No domingo, a gente volta pra casa. Pra ouvir de novo as histórias dos mais velhos, direto da boca de quem viveu, do jeito que só eles sabem contar. Pra apresentar quem nasceu depois. Pras crianças correrem debaixo da mesma árvore e saberem, de uma vez por todas, de onde vieram.

Vai ter abraço demorado, comida demais, todo mundo falando ao mesmo tempo e alguém chorando num canto. Sempre tem.

Traga a família. Traga as fotos. Traga as histórias.
A mesa é grande e a árvore aguenta.

Lembra do café passado bem cedinho, da cadeira na calçada, de alguém gritando da janela pra vir comer?

Depois a vida espalhou a gente por aí, e o almoço de domingo virou “qualquer dia desses”.

Pois o dia chegou.

A gente volta pra casa pra ouvir as histórias dos mais velhos, direto da boca de quem viveu, e pras crianças saberem de onde vieram.

Traga a família, as fotos e as histórias.
A mesa é grande e a árvore aguenta.

Até domingo,

A família

Conheça a história da nossa árvore →
Uma caixa de madeira cheia de fotos antigas e novas sobre a toalha de chita, com folhas de mangueira caídas por cima.

Para sempre

Tudo isso vai
ficar guardado.

As fotos antigas que chegarem agora. As fotos e os vídeos do domingo. Os recados de quem esteve lá.

Depois da festa, a gente separa as melhores, conta a história de cada uma e guarda tudo aqui, num lugar só. E a família recebe uma cópia de tudo.

Pra quando a saudade bater.
E pra quem ainda vai chegar.

A porteira
tá aberta.

Até domingo. A família inteira vai estar lá.

  • Domingo, 11 de outubro
  • A partir das 10h
  • Chácara da Creuza · Taquarana
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